terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Site GreenPeace


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Site contém as informações neessárias pra saber 
oque está contecendo no mundo a nossa volta.
Voltado pra consevação e limpeza do meio ambiente.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Deus A Pensar

Um dia estava Deus a pensar...
Em seu coração o desejo imenso de criar...

Alguém que Ele pudesse amar;
Alguém que pudesse amar;
Alguém que existisse para ser feliz.

Então Ele teve uma idéia!
Resolveu, com amor e ternura,
criar você: por amor e para o amor.

Nesse momento,
Deus exultou de alegria em saber que você,
do jeitinho que é, iria se tornar realidade.

Assim, toda a criação esperou, radiante,
para ver tamanha obra prima das mãos do Criador.

E esse dia aconteceu.

Você veio a existência e,
para a alegria de toda humanidade,
você nasceu.

Você é importante, você é inspiração amorosa do Pai do céu.
Seja feliz, hoje e sempre!!!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Ass da Meg no Vaga Lume

Fechar os Olhos

Hoje eu corro 
Pra chegar na hora 
Tenho sono  no lugar onde você mora  
Beirando a calçada 
Contando os passos 
Senti o gosto de te dar um bom lugar  

pré-refrão: 
Você me cobra olhar nos olhos 
Pra enxergar o lado de fora  

refrão: 
Feche as portas quero dar mais uma volta 
Você me deixa sem ar 
Pra conter o meu impulso  vou fechar os olhos e desviar 
Da sua rota arriscada  

Hoje eu corro  
Fugitiva da verdade 
Eu perco o sono 
Escondo a minha idade  
Beirando a calçada 
Contando os passos 
Senti o gosto de te dar um bom lugar  

pré-refão: 
Você me cobra olhar nos olhos 
Pra esconder o lado de fora  

refrão: 
Feche as portas quero dar mais uma volta 
Você me deixa sem ar 
Pra conter o meu impulso  vou fechar os olhos e desviar 
Da sua rota arriscada  

Hoje eu corro 
Pra chegar na hora 
Eu perco o sono  quando você vai embora 
Você vai embora

Contrariada

Contrariada 
Desconfortável 
Mascarada, 
Incontrolável  
Como se um copo tivesse arrastando um corpo 
Descobrindo quando você anda mal acompanhada  
Sufocada 
Impenetrável 
Manipulada, 
Indesejável  
Pra quê tantos livros em sua estante? 
Tente guardar um instante pra nao se sentir tão mal-amada  
Seus presentes não valem tanto assim 
Suas historinhas não são tão boas assim  

refrão: 
Vê se entende agora Faz a mala e vai embora 
Não! Não pense em mais ninguém 
Ficou fácil agora 
Põe esse cara pra fora 
Não! Não pense em mais ninguém   

Contrariada 
Desconfortável 
mascarada, 
incontrolável  
Como se um copo tivesse arrastando um corpo 
Descobrindo quando você anda mal acompanhada  
Sufocada 
Impenetrável 
Manipulada, 
indesejável  
Pra quê tantos livros em sua estante? Tente guardar um instante pra nao se sentir tão mal-amada  Seus presentes não valem tanto assim 
Suas historinhas não são tão boas assim  

refrão:  
Não se deixe enganar 
Não vale a pena 
Não se prive de nada 
Não vale a pena!

Dura Feito Aço

Quero espaço 
Desencalhe a sua roupa 
Suja de suor  
Dura feito aço 
Não despreze a minha voz rouca Não me julgue assim 
Nem me chame de louca  

refrão: 
Vou viajar pelo mundo num segundo 
Pelos becos imundos 
E sumir na fumaça 
Pra você achar mais graça 
Quero sentir sua ameaça 
De perto  

Quero abraço 
Não me deixe só com as pontas 
Dos seus cigarros  
Role os dados 
Dê mais passos adiante 
Manda que eu faço 
Não adianta mais falar de mim  

refrão: 
Vou viajar pelo mundo num segundo 
Pelos becos imundos 
E sumir na fumaça 
Pra você achar mais graça 
Quero sentir sua ameaça 
De perto

Lama

Não, não demore tantas voltas não 
Se chicoteia assim por qualquer perdão 
Todo esse teatro não impressiona 
Por maior que seja sua recompensa  
Não se importe tanto assim 
Com sua imagem decadente enfim 
Nada adianta depois se lamentar 
Por maior que seja sua displiscência  
Volta ou vai embora meu amor 
Sem ameaças ensaiadas na frente do espelho 
O caminho mais fácil 
Nem sempre é melhor que da dor  
Dê uma chance pra vida te mostrar 
Um jeito menos doloroso de se despedir 
Não seja assim tão dura com as palavras 
Lave bem suas mãos antes de se decidir 
Tira essa lama das botas 
Antes de me dar as costas  

Não, não demore tantas voltas não 
Se chicoteia assim por qualquer perdão 
Todo esse teatro não impressiona 
Por maior que seja sua recompensa  
Não se importe tanto assim com sua imagem decadente 
Enfim nada adianta depois se lamentar 
Por menor que seja sua displiscência  

Volta ou vai embora meu amor 
Sem ameaças ensaiadas na frente do espelho 
O caminho mais fácil nem sempre é melhor que da dor  
Dê uma chance pra vida te mostrar 
Um jeito menos doloroso de se despedir 
Não seja assim tão dura com as palavras 
Lave bem suas mãos antes de se decidir 
Tira essa lama das botas antes de me dar as costas.

Suja e Só

Pra onde vão essas pessoas  
Sem direção 
Que nunca param 
O que fazer com as pessoas  
Que dizem não e me atrapalham  
Você chamou minha atenção e me julgou  
Indiscreta e ingrata 
Me perguntou no que eu estava pensando  
A direção dos meus olhos sempre te ameaça  
Pessoas têm o direito de falar 
E de escolher a direção por onde andar 
Sei que tenho o direito de calar 
E de escolher de quem eu gosto ou não  
A cidade é suja e só 
Mas isso eu nao preciso mais ser 
Se já não tenho nada pra falar 
É sinal de que chegou a hora de fazer  
A cidade é suja e só 
Mas isso eu nao preciso mais ser 
Se já não tenho nada pra falar 
É sinal de que chegou a hora de fazer   
Pra onde vão essas pessoas  
Sem direção 
Que nunca param 
O que fazer com as pessoas  
Que dizem não e me atrapalham  
Você chamou minha atenção  e me julgou indiscreta e ingrata 
Me perguntou no que eu estava pensando  
A direção dos meus olhos sempre te ameaça  
Pessoas têm o direito de falar 
E de escolher a direção por onde andar 
Sei que tenho o direito de calar 
E de escolher de quem eu gosto ou não  
A cidade é suja e só 
Mas isso eu não preciso mais ser 
Se já não tenho nada pra falar 
É sinal de que chegou a hora de fazer   
A cidade é suja e só 
Mas isso eu não preciso mais ser 
Se já não tenho nada pra falar 
É sinal de que chegou a hora de fazer  
Alguma coisa por mim  
Antes que alguém  
Se sinta à vontade pra me controlar 
Antes que alguém aqui minta  
A cidade é suja e só 
Mas isso eu não preciso mais ser 
Se já não tenho nada pra falar 
É sinal de que chegou a hora de fazer  
A cidade é suja e só 
Mas isso eu não preciso mais ser 
Se já não tenho nada pra falar 
É sinal de que chegou a hora de fazer  
Alguma coisa por mim.

Pés No Chão

Hoje eu me senti tão triste 
Mais suave é a vida quando você faz papel de irmão 
Hoje eu perdi o sentido 
Já não penso em mais nada 
Além de anestesiar a minha solidão 
Na neblina vi o seu sorriso tímido 
Dizendo assim: "tá tudo bem" 
Vi o seu casaco abrindo os braços, me acenando 
Como se não existisse mais ninguém 
Tudo pode parecer um caos 
Pois quando eu ando sem destino 
Já você me traz de volta segurando a minha mão 
E agora pode me levar no colo feito uma criança 
Num filme de assombração 
Não posso encostar os pés no chão  

Hoje eu me senti tão triste 
Já não penso em mais nada 
Além de anestesiar a minha solidão 
Na neblina vi o seu sorriso tímido 
Dizendo assim: "tá tudo bem" 
Vi o seu casaco abrindo os braços, me acenando 
Como se não existisse mais ninguém 
Tudo pode parecer um caos 
Pois quando eu ando sem destino 
Só você me traz de volta segurando a minha mão 
E agora pode me levar no colo feito uma criança 
Num filme de assombração 
Não posso encostar os pés no chão  
E agora pode me levar no colo feito uma criança 
Num filme de assombração 
Não posso encostar os pés no chão...

Frankenstein do Subúrbio

Por detrás daquelas árvores já dava pra ver o seu semblante triste sentado no banco da praça, sozinho Não ouviu nada do que eu disse andava rodeado tudo era vazio não dizia nada no chão procurava as migalhas as migalhas como se fosse um cão de rodoviária pedindo os restos pro cara que ainda vai chutar a sua lata tente despertar do sonho escuro onde você se acomodou um dia quero ouvir sua voz bem alto e não ter que sentir pena quando eu passar pela praça com pressa um dia quero ouvir a sua voz bem alto e não ter que sentir pena eu gostaria de te ajudar a enxergar um mundo bem maior do que um quarteirão cheio de gente doente que vive na cola de quem ta com a droga na mão andava rodeado tudo era vazio não dizia nada no chão procurava as migalhas as migalhas como se fosse um cão de rodoviária pedindo os restos pro cara que ainda vai chutar a sua lata tente despertar do sono escuro onde você se acomodou um dia quero ouvir sua voz bem alto e não ter que sentir pena quando eu passar pela praça com pressa um dia quero ouvir a sua voz bem alto e não ter que sentir pena trancafiou seu coração vivia olhando pro chão se ele soubesse o quanto perde sendo mais um Frankenstein do subúrbio tente despertar do sonho escuro onde você se enfiou um dia quero ouvir sua voz bem alto e não ter que sentir pena quando eu passar pela praça com pressa um dia quero ouvir sua voz bem alto e não ter que sentir pena

Imperecível

Com você eu fico frágil pra enxergar, Nos seus olhos a minha incerteza Por isso eu resolvi encerrar o nosso prazo, o nosso prazo Pra ver você sorrindo sem ter que invadir o seu espaço, o seu espaço Entre você e eu ficou quase tudo intocado Mesmo que a nossa casa caia de repente Você vai continuar aqui intacto Na minha vida, Na minha cabeça confusa, A sua vida imprevisível, Deixou a nossa validade invisível, E o meu amor imperecível Com você a vida é sempre tão estranha Eu te apavoro mas não posso te enfrentar Por isso eu resolvi desfazer o nosso laço, o nosso laço Pra não deixar o tempo destruir o nosso frasco lacrado Entre você e eu ficou quase tudo intocado Mesmo que a nossa casa caia de repente Você vai continuar aqui intacto Na minha vida, Na minha cabeça confusa, A sua vida imprevisível, Deixou a nossa validade invisível, E o meu amor imperecível Entre você e eu ficou quase tudo intocado Mesmo que a nossa casa caia de repente Você vai continuar aqui intacto Na minha vida, Na minha cabeça confusa, A sua vida imprevisível, Deixou a nossa validade invisível

Ódio

Durante muito tempo  construí uma história em cima de um castelo destruído E pra fugir dessa realidade dura eu já encontrei mais de mil motivos Agora essas palavras de pessoas santas parecem música nos meus ouvidos Já que ficou quase insuportável ouvir a voz dos meus olhos aflitos  De tanto chorar depois que a festa acabar Se eu não me matar, talvez eu peça ajuda para voltar Do lugar da onde despenquei feito um anjo que morreu de raiva Na queda eu me despedacei mas eu já me permito mudar  Olhei  ao meu redor para reconstruir meu castelo caído Pra viver de bons momentos sem ter que ter os olhos escondidos Ja fiz até um testamento que não tem nada, nada, nada escrito Já que a minha maior herança é a que eu vou levar comigo  Pra evoluir, depois que o terror passar Se eu não suportar talvez eu peça ajuda pra voltar Do lugar da onde despenquei feito um anjo que morreu de raiva Na queda eu me despedacei mas eu já me permito mudar  Esse meu ódio é... Meu ódio é... O veneno que eu tomo querendo que o outro morra...

Cinderela Compulsiva

eu falei pra você pensar melhor  Se toca, se manca  Não me constranja com papo de dó  Se liga e levanta   Perdi o sono, a paz, a culpa  Meu amor, sua sina  Você enfiou seus pés numa jaca  Cinderela compulsiva   refrão:  Será que você ainda gosta de mim  (não tem vergonha na cara)  Será que você ainda se gosta enfim  (não tem escolha, é na lata)  Da vida vai apanhar   Minha boca te beija em compaixão  Minha saliva te queima  Quebrou a casa e deu nosso cão  Numa esperança mimada   Não se vendeu, pôs placa de aluga  Seu prazer sangue-suga  Você entrou numa rua vazia  Sem perguntar a saída.   refrão

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Artifício Mágico

Transformei o dia em noite num toque de magica mantendo as cortinas fechadas Alimentei mil pensamentos duvidosos e então me entorpeci pra acelerar o coração  Em baixo das cobertas o mundo não me afeta consigo até sorrir  Deitada o dia inteiro contei pro travesseiro tudo que dói em mim  Quem será que pode me vender um pouco de prazer pra aguentar a vida sem brincar com a morte? Quem será que pode me vender um pouco de qualquer artifício mágico da sorte?  Acendi o meu isqueiro fui ficando pálida Verifiquei as portas trancadas Desafiei o medo de não aguentar O que me resta é me arrastar  Em baixo das cobertas o mundo não me afeta consigo até sorrir  Deitada o dia inteiro contei pro travesseiro tudo que dói em mim  Quem será que pode me vender um pouco de prazer pra aguentar a vida sem brincar com a morte? Quem será que pode me vender um pouco de qualquer artifício mágico da sorte?

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